
Ela saiu pisando leve entre os pedregulhos porque se pisasse fundo sua raiva machucaria mais que as pedras afiadas e pontudas. No vazio da sua mente ela ainda encontrava uma porta secreta entre as paredes falsas que bloqueavam o pensamento de que precedencia de alguma forma acaba sendo causa. Ela só tinha que descobrir se tomava o líquido da garrafa ou comia o pedaço de bolo. Não sabia a maneira certa de diminuir e entrar por aquela porta tão pequena. Ou pisava forte e acabava logo com tudo, ou pisava de leve e esperava para ver se o vento levaria os cacos de vidro daquele chão pedregulhento, assim ela poderia andar despreocupada com o que viria pela frente.
Então decidiu esperar a resposta. Sentou e viu a reverência das árvores diante dela. Estava ventando, mas seus olhos não conseguiam enxergar os vidros virando pózinhos e indo para trás. Veio a angústia, a aflição e o sufoco.
E antes da causa se tornar realmente a precedência apareceu um pássaro. Um pássaro muito grande. Ele abriu as asas por cima dela e virou o próprio sol. "Para quê luz diante de tanta cor branca ? ". Não se sabe por quê mas para ela, a cor branca e luminosa transmitia certeza.
Nessa certeza ela segurou em uma das penas. Era realmente muito grande, uma pena só bastaria. Ela chorou, chorou e chorou. Enquanto chorava, ela não viu que o pássaro a levou para um rio onde a água era abundante, as pedras rochosas, ela não se cortaria e tudo que ela precisava estava escondido entre a mata que os cercava. Ela secou as lágrimas e no compasso do vento e das árvores, ela o reverenciou. Surgiu ali o respeito. Ela amou o pássaro.
Então decidiu esperar a resposta. Sentou e viu a reverência das árvores diante dela. Estava ventando, mas seus olhos não conseguiam enxergar os vidros virando pózinhos e indo para trás. Veio a angústia, a aflição e o sufoco.
E antes da causa se tornar realmente a precedência apareceu um pássaro. Um pássaro muito grande. Ele abriu as asas por cima dela e virou o próprio sol. "Para quê luz diante de tanta cor branca ? ". Não se sabe por quê mas para ela, a cor branca e luminosa transmitia certeza.
Nessa certeza ela segurou em uma das penas. Era realmente muito grande, uma pena só bastaria. Ela chorou, chorou e chorou. Enquanto chorava, ela não viu que o pássaro a levou para um rio onde a água era abundante, as pedras rochosas, ela não se cortaria e tudo que ela precisava estava escondido entre a mata que os cercava. Ela secou as lágrimas e no compasso do vento e das árvores, ela o reverenciou. Surgiu ali o respeito. Ela amou o pássaro.
"Cobrir-te-á com as suas penas, e sob suas asas, estarás seguro; a sua verdade é pavês e escudo. " Sl. 91:4
Conto por Bárbara Leão